“Contos Ilustrados…”

“…de manhã para a noite, sorrisos…”

Leia e Sinta! ❤️

“Reli a Carta um Seilatilhão de Vezes…”

“e se você está dormindo, para quem é que eu estou escrevendo…” o nosso amigo de sempre dessa vez não delirava pelo vento todo aleatório… era um daqueles dias em que a sensação temporal supera a noção que temos do que é… tempo… parecia um futuro já visto, ou sentido de alguma outra forma que ele não conseguia expressar… ouvir The Cure também alienava as linhas, afinal, já teria vivido aquilo… sentido…

com certeza não eram os mesmos cheiros, sabores, ritmos, respiração… era forte a respiração dela… vocês já ficaram cara a cara com as Lobas? bem… por um lado, se tem alguma estima pela sua própria vida, imagina que ser cercado por elas não é algo lá fácil de lidar, são bichos enormes, fortes, com histórias tão ricas e pulsantes, que algumas se apresentam ferozes, firmes, outras tem olhos vermelhos e irradiam fogo com tanta energia, e todas, sem exceção, têm caninos com sede de sangue…

“…agora…”, ele pensou sentado em seu banquinho velho de madeira…”ela está me dando um baile… eu só posso querer acompanhar, e atirar para todos os lados, sem armas, só com harmonia e paz… um relacionamento conversado, desejoso… seria como? e é nessa curiosidade que ocorre o despertar… às vezes, mudando completamente a sua vida, por que sim, está aí para isso… “eu pensei um “seilátilhão” de vezes em te ligar e te falar sobre quem sou e para onde vou… ou quero ir… e agora… ” ele soltou o trago… conectou!

“coloque suas mãos para cima e sinta as estrelas… o caminho é longo né?” ela esticava o corpo até a ponta dos pés mostrando para ele como fazer, o que fazer, às vezes, era bom, seguir, ao invés de “ter” de saber o tempo todo… que pergunta inquietante… já repararam na musculatura de uma Loba? na energia concentrada com uma razão e clareza corporal em que não há limites para medir tamanha compreensão… eles conversaram sobre tantas coisas, sobre tudo, se ouviram e se falaram, e se beijaram, sentiram um tesão lindo um pelo outro, uma mistura de peles e ossos e toques e fluidos… o orgasmo é sentido na pele!

“vocês conseguem ouvir esse som?” ele estava hipnotizado, todos os sentidos aguçados o suficiente para a sobrevivência na mata… as árvores se comunicam, elas se defendem… tem outro tempo, outro ritmo, quase não percebemos, como falam entre si, suas raízes rasgando o planeta por baixo de entranhas digitais, conectadas por saberes milenares, atemporais no nosso ínfimo entendimento, o que viemos fazer por aqui… “você quer ir viajar comigo?” ” sorrisos trocados, sinceros, apoiados… “quero!”… bem, o resto vocês devem estar imaginando agora… aqui começa, uma nova história… 😉

A Flor e seus Fantasmas!

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“Livre para Viajar…”

“Está dentro da cabeça, debaixo de um chapéu, qualquer um, a viagem está livre ali…”

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Todos os Encontros São Lendas…

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Motores…

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Inspiração e Rabisqueiras!

Está no papel, em um caderno estiloso desses com as páginas amarelas e uma fita de cetim para marcar… cada vez que passa um traço, cada vez que solta a mão, o que importa, desenha, rabisca, seu estilo, feito com coração… “não é um artista de alma?!” Seria essa a questão; e quando se faz o que gosta, solta tudo o que sente, libera os músculos e o sorriso, olhos cintilam e os movimentos, dançam com o lápis na mão…

Leia e Sinta! ❤️
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Leis e Sinta! ❤️
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Ao Bukowski Sem Carinho!

eu prefiro a sinceridade nua e rasgada, a porrada na cara de um não bem dado do que um sim fingido que dura um tempo pela sordidez humana… é para que? A porra do ego? Que se foda, mó preguiça sabe…

e aguentar gente fingindo por que não dá conta de sair da tal “criação”, e pagam horrores para terapeutas holísticos “salvarem” seus filhos da iluminação… é uma merda…

Por que saber a verdade da sua própria verdade, a sua escolha sendo sua e nua é crua, rasgada das entranhas daquilo que se puxa lá do infinito adentro, você pratica o que você fala?!

Tá se entendendo e praticando o respeito, e aquele que se diz legal e fica por que ouve Caetano Veloso e come sanduíche vegano de espinafre com ricota… “oi… não consigo entender, não mesmo… conversa franca na cara, olhos estrabiscos em olhos certos, quem disse?!”

Concordar que Bukowski era foda por que era sincero é muito pouco, chega a ser raso demais para alguém que não tinha vergonha nenhuma de se mostrar um puta escroto de merda, simples assim…

E o corretor tentando me corrigir ahahahahahaha 😆✌️

Um Vazio Platônico…

Ele estava sentado em uma cadeira de balanço em uma pequena varanda, com uma cerca de bambu e muitas plantas; e ao seu lado, outra cadeira balançava… vazia…

Aquela chuva forte que havia paralisado a arte momentaneamente, estava ficando cada vez mais fraca, começava a cantarolar pingos em ritmos mais lentos e chocavam contra a grama que absorvia as loucuras dos pensamentos daquele nosso amigo… pensava e pensava…

ele tentava até fugir de seus pensamentos, contudo o coração o chamava atenção: “ei, estou aqui, gosto muito dela… e ela… bom, ela faz graça com a gente…”

era assim que ele se sentia, sabia que jamais iria ficar com ela, e mesmo assim, qualquer movimento sutil que ela fazia, mexia demais com sua mente, com seu coração, com seu ser inteiro… e ela havia apenas “cutucado” de forma escusa, em sua rede social, deixando ele grilado, afinal passara mais de um ano desde a última vez que se falaram… e mal se falavam anteriormente…

então ele teve coragem de procurá-la, iria fazer sua arte concretizar a comunicação, afinal, ela também era artista… uma rápida conversa, amistosa até, mas ele percebeu, aquilo tudo aguçava sua imaginação, ela iria brincar com seus sentimentos para sempre, e ela sabia que ele gostava de si, então ela podia aparecer e sumir, deixando ele mais e mais confuso, acreditando em um amor impossível…

Viajando pelo Brasil!

o sol voltou com um brilho intenso em um céu azul mascarado por enormes palmeiras… o vento leve que soprava suas folhas cantava uma música para acalentar as almas perdidas dos velhos barqueiros da região… o lugar era místico e ao mesmo tempo, muito vivo…

estados sóbrios, estados sombrios, estados ricos, estados iluminados desmembrados por estradas asfaltadas, estradas de terra e barro, buracos e caminhos… as histórias dos estados que formam um país com uma identidade cultural fortíssima e que necessitava de trocas, entre os regionalismos e suas lindas pessoas…

do caiçara que abraça todo o litoral, aos povoados dos sertões, vários sertões, várias paisagens desconhecidas, várias a serem exploradas no sentido de conhecimento e respeito, “não deixem seu lixo na natureza”, as placas avisavam e nos pediam…

trilhas em meio a matas fechadas, muito verde e o cheiro claro das diferentes árvores e vegetações… trilhas abertas onde se podiam ver ao fundo as montanhas desenhadas, as chapadas recortadas e o mais bonito de todos os elementos naturais criados pelo universo insólito, um universo enlouquecedor de tantas possibilidades, um largo de estrelas brilhantes, aquela massa branca que se junta como uma só, conhecida como via láctea, e um banho no mar, o imponente mar…

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