Estilos…

A mudança não gera incomodo… se pararmos para pensar, todo os dias, existe algum tipo de mudança, mesmo que sutil, sem que percebamos o que aconteceu, e é na escolha, quando decide fazer um outro caminho diferente daquele habitual… essa permissão faz com que possamos conhecer lugares inusitados e pessoas surrealistas, e vai do nosso entendimento e abertura para saber se aquilo nos fez bem… no meu caso, sempre faz, afinal, a tal zona de conforto que as pessoas falam pra gente sair (eu também acreditava nisso), é a mesma que estamos o tempo inteiro buscando, quando falamos sobre qualidade de vida…

Leia e Sinta! ❤️

Viver

Contos Ilustrados

Leia e Sinta!❤

Cumprindo Metas!

Coloca uma meta e cumpra… o prazer é tão intenso e surreal quanto um orgasmo em uma transa bem dada, quanto subir em um morro enorme e pular naquela água cristalina, é sim, a mesma sensação…

Coloca uma meta e cumpra… respeite seus desejos, entenda seus limites, imponha sua responsabilidade para si mesmo, e vá ser feliz…

Coloca uma meta e cumpra… por mais simples que seja, por mais fácil que deseja, por mais maluca que possa parecer, por mais impossível, pois o impossível só existe para os que não tentam…

Coloca uma meta e cumpra… satisfaça-se e devagarinho, coloque mais uma, e mais uma, e outra, e outra, todas com calma, todas com carinho e amor, todas com responsabilidade e limite pra se fazer…

Feliz… coloca uma meta e cumpra… uma só vida para sermos felizes! 🙏😉

Um sentido, por favor…

Leia e Sinta! ❤

Em um Lugar de História e Traição…

Os holandeses vieram e trocavam suas “coisas” pelo ouro com os Potiguaras… era óbvio, havia enganação também, mas era consensual, os indígenas topavam…

Os portugueses vieram e quiseram somente estuprar, matar, invadir como bem fizeram em vários outros lugares pelo Brasil, com a desculpa da religião e da civilização para dominar os índios…

Os potiguaras prepararam então uma armadilha… alguns índios e índias se colocaram na praia, pelados e rebolosos, chamando a atenção dos navios portugueses… “não teremos dó, os portugueses só vieram trazer maldade para nós, como os espanhóis fizeram com nossos irmãos pelo continente”…

Ao verem os indígenas nus e dançando pela praia, eles pularam em seus barcos e foram de encontro aos que eles julgavam primitivos… os Potiguaras surgiram de todos os lados e não se sabe se eles eram ou não, canibais, porém não sobrou um maldito português pra contar a história…

Ao voltarem para continuar a invasão do Brasil, os portugueses só perguntavam onde iriam atracar seus navios, temerosos pela lenda da baía…

Essa era a história contada e então os portugueses evitavam aquele lugar… “não vamos para a ‘Baía da Traição’, pois lá os indígenas cozinharam as carnes e beberam o sangue de nossos conterrâneos”…

Não se sabe ao certo os nomes indígenas das aldeias Potiguaras, perdeu-se como várias outras manifestações culturais, no entanto a Baía da Traição conta uma lenda forte e rica, de um lugar que não cedeu fácil aos malfeitores portugueses…

Poema sem Rima de Amor, Alegria e Paz…

São muitas cidades, São muitos lugares… quem estamos visitando, e quem nos visitou… está dentro da alma, está dentro da carne… segue a sua vista, segue a sua vida…

Falar de coisas importantes, discutir positivamente e se bloquear daquilo que não é seu… um mantra pode ajudar, uma lição de cada vez, cada palavra colocada, escreve e lê por vocês…

Pessoas e vibes, lugares e sentimentos, incrível como tem gente que ainda não entendeu, em um mundo tão diversificado, o seu certo não é o meu…

Faça suas escolhas e olhe para o lado, se o que vê te agrada, elogie, admire e continue seu trabalho…

Há de ser com carinho, e se usarem canhões, como na musica já tanto cantada, transformada em um hino de quem faz, flores surgirão espalhando uma onda de amor e paz…

Muitas informações e um filtro gigante é necessário, vamos correndo pelo mundo, pés descalços nas areias, sorrisos e alegrias, estou sempre escrevendo o que pode parecer bobo e ingênuo, e estão ali dentro do meu imaginário…

Os 4 Elementos…

senta que tem historinha boa, já que dormir não tá rolando (risos)… são 4 coisas que temos de fazer na vida independente do lugar que se escolhe morar e viver… são elas: comer, dormir, usar um transporte e trabalhar… vou explicar cada uma nós próximos parágrafos, vamos lá!

TRABALHAR

quando eu sai para ser viajante, ainda não existia a nomenclatura nômade digital”… ou seja, fui chamado de hippie, louco, andarilho e até mendigo por não ter um trabalho formal com clt e tals… (muitos risos)

na estrada fui mochileiro por 5 anos, e trabalhei como garçom, pedreiro, gerente e recepcionista de hostel, pintor, tatuador, ufa… e ainda batalhava pra vender minha arte…

hoje me encaixo totalmente no nomadismo digital… além das ilustrações que vendo para telas e tatuagens, me assumi escritor (sonho de infância) com um “plus” que todos os meus livros são ilustrados por mim todinhos!!!

momento “merchan”

vocês podem encontrar meus livros “chuva de baleias” e “as lendas das bruxas-sereias” na @amazonbrasil… quem não comprou pode tratar de comprar, afinal vocês se dizem pessoas legais e gente legal gosta de ler hahahaha

USO DE TRANSPORTE

não conheço ninguém que não o faça, pois as próprias pernas são um tipo de transporte, e se você usa roupas e sapatos, você tem um gasto, além do próprio gasto de tempo e com o transporte em si… ficou confuso, só piora hahaha a partir do momento que você precisa trabalhar, você vai usar o seu transporte, seja qual for…

o deslocamento para o trabalho obriga ao transporte, mesmo que trabalhe em casa, por que andar até o banheiro e até a cozinha diversas vezes ao dia, soma aí os km (risos)

o que nos leva para mim ao mais importante dos 4 elementos…

COMER

tem gente que acha que a comida aparece na geladeira… aí se não trabalha e põe lá por um mês… ou pior, e se não tem geladeira (no meu caso tenho uma pequenininha para o carro)… como conservar a comida, ou vai comer fora todos os dias?! tem que trabalhar, lembra da primeira premissa, trabalhar para comer!

aliás já pensaram em como os hippies, os andarilhos ou os mendigos comem? sim,, eles tem que comer, e sim tem que trabalhar para comer… pedir também da trabalho!!! faz o teste e fica num sinal pedindo pras pessoas em seus carros, e veja quanto dinheiro consegue num dia… e deixa de ser orgulhoso, afinal é para comer!!!

DORMIR

tem coisa mais gostosa que dormir gostoso depois de um dia trabalhoso de usar transporte, se deslocar para comer, é claro, trabalhar?! conheço gente que não troca dormir por nada, e diz ser o trem mió que tem (eu já disse que prefiro comer, risos)

e só vai saber que o colchão vale muito aquele que já dormiu na pedra, na grama, na rua ou na areia… e se o colchão for “king size” é um “plus” da vida, e depois de um certo tempo e por experiência própria, poder dormir é bão em qualquer lugar!

agora, são 4 elementos que permeiam toda sua vida, e você não está escolhendo certo? o seu certo? ninguém voltou para contar como é do outro lado (se é que existe um outro lado), então que caralhos você que trabalha, usa transporte, come e dorme está achando ruim da vida? são escolhas próprias, particulares e únicas… cada um de vocês pode escolher como viver a vida… e não adianta reclamar do chefe, você escolhe também o seu trabalho!!!

eu tenho escolhido ser nômade há anos, o apelido que ganhei que mais amei foi “vento”, aquele que só vai… no entanto, eu trabalho pra viver isso, pra estar onde estou e ser quem sou… amo chocolate, amo dormir na rede, amo andar feito um camelo deserto para conhecer pessoas e lugares, e amo meu trabalho como escritor e artista… (apesar de sonhar trabalhar com a santa planta também!)

FIM!

A Busca…

estrada de chão, estrada de terra, chuva de baleias, pancadas e pancadas de chuva… Verão brasileiro, molhado e suado, quente e perigoso, na estrada “matuto”, fica esperto para chegar…

passa por cima de asfalto, passa por cima de buraco, desvia daqui, desvia dali, momentos de solidão, horas de meditação… estrada está lenta, transito intenso, caminhão na frente, caminhão atrás, e em seus pensamentos nada demais…

parece uma metáfora da vida, vai guiando para frente e de vez em quando olha pro retrovisor… o que vê lá trás é o passado, já se foi o meu amor… novos caminhos chegando, contorna daqui, contorna dali, desenhos diferentes aparecem, um dedo aponta para cima…

uma montanha mística, rodeada de curiosidade, o tamanho é uma monstruosidade… outras surgirão, desenhando na paisagem, as montanhas estão vivas, bocas e olhos falam de outros tempos e outras verdades…

curte a estrada “minino”, curte a estrada meu pequeno ser, quando o horizonte aponta, aquilo que você vê, o coração se enche, um mar imenso só para você… existem estrelas brincando lá em cima, e aqui em baixo, não fique esperando, faça contato, chame para dançar, em um só dia, estrada acima rumo ao lar…

Uma Liberdade Estranha…

Ele apertou o botão para chamar o elevador… encontrava-se no décimo quarto andar de um hotel mediano de uma cidade qualquer… esperou pouco tempo até o veículo chegar e abrir suas portas… Estava vazio, porém possuía os perfumes das pessoas que o usaram anteriormente…

Entrou e se ajeitou… carregava apenas uma mochila nas costas e ao olhar para o espelho verificou se a máscara que usava tampava seu nariz e sua boca corretamente… o elevador parou…

décimo segundo andar e uma outra pessoa entrou… era um macho da espécie humana… acenou um bom dia e ajeitou-se em outro canto… os dois seres ficaram com as cabeças baixas sem se olhar, e ele pensou em sua mente “puxa vida, por um lado, a pandemia parece trazer mais educação e bom senso…”…

o elevador parou de novo… um casal estava com uma pequena mala de rodinhas e pediram licença para entrar… ele se espremeu para não encostar em ninguém e ao mesmo tempo em nenhuma das paredes do elevador… todas as pessoas se acomodaram e o cheiro de “ranço” subiu…

ele pensou novamente sobre a situação… se fosse há dois anos atrás, pessoas estariam se espremendo no elevador, soltando peidos escondidos e criando histórias loucas em suas cabeças… agora, somente quatro pessoas por elevador, o veículo mais utilizado do mundo, segundo revistas que falam de veículos…

todos desceram do elevador e caminharam em direções opostas… ele foi lentamente até o seu carro, ajeitou sua mochila e foi embora… estava pensativo, não triste… reflexivo sobre como a vida se tornou um monte de coisas esquisitas entre os convívios dessa espécie nada producente…

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