“Contos Ilustrados…”

“…de manhã para a noite, sorrisos…”

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A Flor e seus Fantasmas!

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“Livre para Viajar…”

“Está dentro da cabeça, debaixo de um chapéu, qualquer um, a viagem está livre ali…”

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Todos os Encontros São Lendas…

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Motores…

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Sonhos para Tatuar…

Delírio da pele, gostar se sentir dor, saber que o machucado era uma sombra de uma flor… água, um movimento constante de vida, fluida e diluída, em gotas, em células e partículas… vapores que passam tão rápido que perdemos em um piscar, e quando os olhos se abrem, se pergunta, o que estou sonhando?!… explosão… mar…

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Inspiração e Rabisqueiras!

Está no papel, em um caderno estiloso desses com as páginas amarelas e uma fita de cetim para marcar… cada vez que passa um traço, cada vez que solta a mão, o que importa, desenha, rabisca, seu estilo, feito com coração… “não é um artista de alma?!” Seria essa a questão; e quando se faz o que gosta, solta tudo o que sente, libera os músculos e o sorriso, olhos cintilam e os movimentos, dançam com o lápis na mão…

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Sorrisos Trocados…

cara, que loucura pensar isso… não existe mesmo idade, nem mesmo nenhum momento, ninguém pode falar agora com tanta certeza sobre o “amor”… ele já ouvira de tantas pessoas que quanto mais velhos ficamos, mais calejados ficamos… nunca mais nos apaixonamos como aquelas paixões avassaladoras de adolescência…

será mesmo?!

ele estava trocando de roupas pois uma amiga havia lhe convidado a ir a algum bar para encontrar com outras amizades, socializar, conhecer novas pessoas, enfim, afinal estava visitando uma outra cidade, que para variar, era um tanto inusitada como diversas outras por aí…

não sabia ou não lembrava, ou mesmo nem se importou com a informação de quem eram as pessoas por lá, ele já havia conhecido algumas dessas novas amizades, porém, aquela pessoa em particular, ele só ouvira falar, muito bem por sinal… e quando ele chegou no lugar, ela estava vestida toda de preto, o cabelo penteado para trás com um rabo de cavalo e um sorriso enorme nos lábios…

ele congelou… havia muito tempo que não sentia aquilo… e não eram borboletas no estômago, não eram os delírios adolescentes que fantasiavam às noites… ele sentiu a energia, forte, intensa, viva e brilhante de uma pessoa que nasce sob o signo de áries, e que possui a beleza do fogo em suas essências divinas…

“Ah caralho!”… ele pensou… “Ah!!!”… “Não posso acreditar que estou sentido isso de novo!”, ele pensou admirado enquanto conversava com todos os presentes, mas ouvia atentamente aquela pessoa em particular, com trejeitos próprios, uma voz meio rouca e ao mesmo tempo acentuada, gestos corporais como uma dança sem ritmo, os movimentos que lhe hipnotizaram e deixaram ele com aquela sensação de que iria se apaixonar de novo, mesmo sabendo dos resultados catastróficos das histórias vividas…

ele não iria se arriscar então, no entanto como sujeito sincero que era, na primeira oportunidade que teve, mirou direto e soltou com a confiança tremulante… “eu sinto sua energia, e é muito bom, me faz muito bem… eu adorei te conhecer, você me parece ser uma pessoa incrível… e eu só queria te pedir uma coisa, já que me sinto como um adolescente perdido sem saber o que falar ou fazer quando estou em frente a você…” ela com um sorriso majestoso retribuiu os elogios com todo o carinho e esperou ele completar…

“… te acho “muito“, mas “muito” mesmo, só que eu não estou preparado para nada, preciso estar cem por cento para me entregar a alguém, para poder sentir esse tal de amor de novo… e mesmo que para um sexo casual”… olhares se cruzaram e ele fechou falando… “então, eu posso apenas te admirar?!”

Aonde Existe o Sossego?!

a chuva não dava trégua e isso só comprovava como os climas pelo planeta haviam mudado… as secas do nordeste já não existiam mais, e agora as águas tomavam conta de tudo… ele estava esperando aquela chuvarada diminuir para poder continuar sua busca… uma busca que parecia não haver fim, pelo menos não enquanto estivesse vivo, afinal, o tal lar existe?

ele conhecia pessoas que tinham esse sentimento forte e arraigado, ouvia as histórias das terras e seus moradores, os “causos” profusos de pessoas que asseguravam seu “lugar fixo” no mundo, mesmo que fosse de chão batido, mesmo que fosse nos andares mais altos de arranha-céus cinzas, mesmo que fosse próximo ao litoral… pessoas que sossegaram seus corações encontrando o “seu próprio” lugar…

ele continuava pensando sobre isso enquanto enrolava um baseado e esquentava no fogão uma água para o chá… olhou para fora e agora havia um chuvisco, leve e constante mostrando que esse lar não era ali mesmo, e que apesar de sua “fritação cerebral”, haveria de sossegar um tanto para quem sabe, quando conseguisse partir, e ganhar a estrada novamente, quem sabe…

encontrar seu “lar” ou pelo menos, um lugar que acalentasse seu interior…

As Flores são Poemas Visuais…

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