“Contos Ilustrados…”

“…de manhã para a noite, sorrisos…”

Leia e Sinta! ❤️

A Flor e seus Fantasmas!

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“Livre para Viajar…”

“Está dentro da cabeça, debaixo de um chapéu, qualquer um, a viagem está livre ali…”

Leia e Sinta! ❤️
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Todos os Encontros São Lendas…

Leia e Sinta! ❤️

Motores…

Leia e Sinta! ❤️

Inspiração e Rabisqueiras!

Está no papel, em um caderno estiloso desses com as páginas amarelas e uma fita de cetim para marcar… cada vez que passa um traço, cada vez que solta a mão, o que importa, desenha, rabisca, seu estilo, feito com coração… “não é um artista de alma?!” Seria essa a questão; e quando se faz o que gosta, solta tudo o que sente, libera os músculos e o sorriso, olhos cintilam e os movimentos, dançam com o lápis na mão…

Leia e Sinta! ❤️
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Leis e Sinta! ❤️
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Terminando Relações…

dizem as lendas que o melhor da vida é ir realizando os sonhos, fazendo com paciência e ritmo constante aquilo que se permitiu fazer, o que pensou e planejou antes, com muito carinho, e ir marcando os tópicos do caminho… no entanto, naquele dia, independente de qualquer acontecimento, um dia, olhando para o céu que estava tremendamente iluminado, ele soube…

já que a morte chega para todos e qualquer um, independente de valores e riquezas, saber o dia de sua morte seria algo preparatório, algo que poderia fazer você querer viver a mil por hora, sabendo que em tal instante tudo acabaria, e você sumiria… ele olhava para o brilho eterno do céu, aquela estrela apontou diferente há alguns dias e a cada dia crescia mais e mais…

lembrou-se de um programa de TV que viu uma vez em que relatava o apocalipse dos dinossauros, a espécie animal que dominou o planeta Terra pelo maior período de tempo em termos de existência, e que em alguns segundos, tornou-se quase que completamente extinta pelo caos em que o planeta havia se transformado com o impacto daquele meteoro gigantesco…

era uma luminescência no céu, que tomou conta de tudo e trouxe junto um calor abrasivo, que fez com que muitas espécies queimassem de dentro para fora, com que a água vaporizasse e sumisse, e as florestas se incendiassem sem necessidade de uma brasa inicial… ela se levantou da cama, usava apenas uma calcinha cavada e estava languida como um gatinho… sorriu para ele, passando a mão de leve por suas costas desnudas e encostou-se no parapeito da janela onde ele se encontrava fumando um cigarro…

ele apontou o cigarro para o céu e ela o tomou da mão dele, dando uma tragada com a alma… “é bom né…”, ela sorriu… ele sorriu de volta, passou a mão nos cabelos dela e disse lentamente… “você está pronta para morrer? por que aquilo ali caindo do céu vai acabar com tudo!”… ela deu uma gargalhada alta, e apertou os olhos para ele… “eu te disse que você não deveria querer namorar comigo”…

Nomeando Plantas para “Hipocrisias”!

ele estava com um cigarro pendurado na boca pensando em quando deveria parar com esse vício ilógico… seria no mesmo momento em que deveria colocar nome nas personagens de suas histórias, talvez para situar os leitores e criar mais empatia entre eles… fora a conotação de gênero na escrita, seria muito legal saber escrever em inglês, uma língua em que esse gênero não está definido pelas suas palavras… do mesmo modo que incomodava-o bastante o fato de estarem colocando no mercado legal o nome “cannabis” para o uso regulamentado da santa planta, quando esta é comumente conhecida como maconha, e o preconceito deveria ser quebrado a partir daí, e não ficar floreando a população, achando que as pessoas são “ingênuas” e não sabem seu nome comum…

pensou se o nome de suas personagens poderia ser “Hipocrisias”, visto que muitos de nós somos viciados em muitas coisas; em outras plantas como por exemplo, o café, deliciosa bebida que é comumente tomada em bares, após o almoço e durante o dia, sabendo que ele “liga” a mente ao corpo, e é regulamentado e vendido legalmente em todos os comércios conhecidos como mercados, bares, restaurantes e conveniências… ou o álcool, que para ele era uma das piores “drogas” legalizadas, vindo também de várias plantas, como a cevada, o lúpulo e a cana-de-açúcar, e que produzem as cachaças, as cervejas, e outras bebidas afins…

Qual é a Próxima História?!…

ele acabara de ler um daqueles romances policiais que te envolvem a atenção até que o criminoso não esteja preso ou algo mais fatídico lhe aconteça… percebeu o quão intricado era escrever um romance assim, cheio de reviravoltas e mistérios para se resolver enquanto a história parece se desenrolar quebrando fronteiras… gostava muito de ler suspenses, pois além de lhe cativar no ato de ler em si, algo que gostava muito, e de imaginar como eram os personagens fisicamente com suas descrições físicas e psicológicas, e os detalhes dos lugares e situações, as amarrações que iam sendo feitas para que a conclusão chegasse a um final surpreendente o deixavam em êxtase pós leitura, ou seja, não iria ler durante um bom tempo até absorver tudo aquilo que tinha sido lido…

ele ficou ali sentado de frente para seu computador, a página em branco com o “tracinho” piscando, pedindo para ele colocar as palavras que gostaria para criar a sua própria encenação… “será que crio um romance policial?! será que crio uma personagem que irá aparecer em diversos enredos solucionando os casos mais complicados que nos parecem às vezes sem solução?”…

e apesar das suas duvidas, gostava muito de escrever contos curtos… gostava de tentar uma comunicação direta com seu leitor, muitas vezes e é claro, ele percebia que aquilo não funcionava tanto quanto gostaria, contudo, continuava, pois era o que sabia e gostava de fazer… até por que muitos leitores imaginavam que ele, o personagem, era também o autor, o que nem sempre é verossímil no cotidiano de um escritor… criar personagens é muito bom, mesmo que se baseie em fatos reais, a imaginação vai fluir mais se não houver nada de “concreto” no que se conta, deixando a história ganhar vida sozinha durante a devida escrita…

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