mais um pequeno fim!

Deu risadas e começou com maiúscula dessa vez… ele tentava insistentemente escrever aquele roteiro sobre um jogo o qual adorava a ideia, apesar dessa não engrenar em uma rotina até estar ou ficar pronto, segundo o próprio autor… isso por que é a vida, segundo o tempo linear que entendemos em nossas limitações… as diferenças são incríveis, e é mais ainda quando você pode sentir a energia, dominar esse sentimento, e devolver de forma grata, antes que se exploda e mande tudo para a poutaqueopareooo!!! Mais risadas…

são sempre duas batidas, fortes, fixadas, empurrando a mente, uma cadência ritmada e criativa… “agora…” ele estava escrevendo novamente… “engrenar seria o ato…” … dessa vez Disciplina apareceu tímida, um pouco apagada. Estava sentada em “lótus” e as mãos cruzadas e postadas próximas aos joelhos. Girava a cabeça para focar apertando seus olhinhos… e quando fechava, sentia e via a “Inspiração”… “Dessa vez, você não me escapa!” falou baixinho para si e com um mortal no ar (?!) caiu em frente aquela forma linda, coloridaça, irrequieta e oscilante…

“Você realmente mexe com a gente, né?!” perguntou Disciplina, toda regular, certeira, lindíssima de se ver, principalmente por conta de seu resultado eficiente e muitas vezes satisfatório… Inspiração sorriu e deu um salto no ar, agitando seu corpo como se estivesse carregando aquelas fitas que as ginastas de estilo rítmico usam em suas apresentações, só que mais grossas, e também pareciam que eram seus… cabelos!!! As cores brilhavam sobre um tom roxo ou azul escuro, e ela soltou uma voz tão sublime, tão macia e flutuante quanto sua própria aparência… Disciplina arregalou os olhos e disse: “_ Você é linda mesmo!”… e com aquele leve sorriso, e uma “indisciplina” para manter um roteiro linear, uma escrita gramatical aceita, uma linha de pensamento coerente, Disciplina e Inspiração formavam a dupla perfeita, o casal dos casais, o verdadeiro entusiasmo de curtir existir…

é melhor procurarem entendimentos e conexões com o que leem aqui, vai facilitar a comunicação, ele escreveu a última linha daquele conto desatinado pela amarração e vontade dessas duas manifestações… Sara estava rindo à toa, ele também estava, ela o tocou nos ombros e foi muito gostoso sentir aquilo… não lhe roubara a energia, nem a paz, nem o momento ou o sossego, muito pelo contrário, fortaleceu, pressionou com vontade e criou com intensidade, Disciplina iria impor a rotina, e a Inspiração a leveza… o casamento estava marcado, hora de por em prática…

Futuros Abstratos!

Leia e Sinta! ❤️
qual o formato do sonho?
não existe formato para o sonho!

“Eu Estou Te Lendo…”

é isso que estou sentindo, é no corpo e na alma, são as “seilátilhões” de borboletas esvoaçando meu estômago inteirinho, uma alegria incontida, um reconhecimento puro correndo pelo sangue, em seus braços, sua extensão, eram as palavras e quando percebeu, o sorriso veio simples, direto, os músculos mostraram os dentes e suas formas… ocorre aquele mistura habitual de sua escrita, onde narrador e personagem são uma só imagem…

na escrita suas tintas espalhavam em formas abstratas que necessariamente formavam o que seus leitores queriam ler, ouvir, saber, talvez até mesmo, com uma leve arrogância, saber seus sentimentos… “leiam as entrelinhas, e as entre palavras, as entre letras e as simbologias das pontuações…” soltou um trago com tanta intensidade e amor… o coração bateu forte e o corpo arrepiou respondendo ao convite de viver o seu momento no agora… sentia-se conectado, podia perceber a textura da tinta, sua concentração e brilho, seu grude e sua fluidez… na escrita usa mãos, dedos, corpo, a pele inteira é um só sentido, uma só formação de prazer, rolava na tela, colorindo tudo com seus testículos e coração…

agora entendia aquele convite que uma vez recebera de uma pessoa amiga… “venha soltar esse artista de dentro de você, tente não controlar o seu traço, as suas formas… ou mesmo o que vai pintar… só pinte, sinta, deixe seu corpo fluir seus sentimentos no quadro inteiro!”… era um limite real imposto pela biologia, física, química, e até matemática… ela negava sua idade, suas formas musculares, seus ossos… um tamanho de aprendizado gigante sobre si mesmo, quem importa para si, próprio! esse encontro jamais ocorreu de forma sexual, apaixonada ou singela, selvagem seria, pois os dois eram extremos carnais… ela sabia disso… ele sabia disso… eles flertavam com o tempo, platônico; e genuíno…

Sinceridade Latente!

era uma primeira vez na vida que podia sentir essa sensação real, quase tocável com as mãos, vivida pela pele… lembrem-se, o narrador é o personagem, e eu costumo contar a história desse nosso amigo viajante, tanto de estradas quanto de vida, tanto de aprendizado quanto em sua própria cabeça e percepções… ele estava sentado em uma mesa com tampo de ardósia o que fazia-o voltar à infância pelas memórias de seu antigo lar… na uma música, o que lhe importava a respeito do sentido da audição, eram os sons, os tons, os ritmos, não muito a letra, o que falava ou fazia, e sim como aquela palavra soava dançando em seus tímpanos e levando ele a viagens criativas… estava de volta, “demorei uma ‘fucking‘ semana…” ele pensou enquanto tragava aquele baseado matinal…

“quais são as verdades concretas que cada um de nós escolhemos seguir, pensando humildemente em caminhar em predileções que irão fazer o bem, para si, para sua comunidade… e pensar, também com consciência, no julgar, se é importante ou não, se vai acontecer, e como e quando irá… e na hora que isso cria vida, se torna fato e está diante de seus olhos…” ele olhava para a folha de papel em branco… “quanta coisa pode ser vivida, em um planeta tão grande que nossa impureza nos permite experienciar essa troca apenas como “consumidores” de tudo…” sentiu falta dessa conexão, consigo, com outros e com o todo, planetas e universos…

aqui iremos trazer a duvidazinha básica do dia… “estaria esse nosso querido amigo, vivendo tanto a sua verdade, tanto a sua conexão, que esse passear pelas calçadas discordantes de todas as vidas, todas as sensações, todas as escolhas e todas as emoções, mixadas em um liquidificador tão grande que ninguém consegue enxergar… a pergunta se perdeu, e como energia, aspas não serão fechadas… e ele pensou sobre empatia, e o fato das formigas terem uma perspectiva tão diferente no lance de viver uma vida, que elas às vezes não sabe o que somos, quem somos, o que estamos fazendo… “somos as montanhas em tempos diferentes, e poderíamos aprender muito com isso, com esse outro … tempo…”

A Flor e seus Fantasmas!

Leia e Sinta! ❤️

“Livre para Viajar…”

“Está dentro da cabeça, debaixo de um chapéu, qualquer um, a viagem está livre ali…”

Leia e Sinta! ❤️
Leia e Sinta! ❤️
%d blogueiros gostam disto: