Outro…

Curtos em Vídeos… ;)

Uma Volta…

saiu… e quando voltou sentiu-se quem devia ser… a música explodiu!

ouviam-se histerias para todos os lados e todos começaram a cantar junto com a batida, nesse caso, histérica!

sabe quando rola aquela batidinha que faz você caminhar na pontinha dos pés dando pulinhos e gingando o corpo de um lado para o outro no ritmo, é claro!

sem fôlego! reclamem de ler alguma coisa ser uma vírgula sequer, se alguém responder, será inédito, por que quem é que lê?

está fazendo para si, ou pensando no outro… olha no espelho cara, quantas vezes por dia vocês se olham no espelho? e pra melhorar a paranoia mental, quantas vezes vocês gostam do que vêem?

respostas? Nenhuma! um montão de caminhos para seguir diferente? cara, que bom saber que a experiência está ai para minimizar os erros… e eu digo minimizar mesmo por que com tantas escolhas diferentes para se fazer ao mesmo tempo, haja processador cerebral pra acertar e nos fazer feliz momentaneamente…

se eu acho que as pessoas se desperdiçam? totalmente! muitas risadas mostrando a língua toda! imaginem a quantidade de gente que vivem coletivamente em uma cidade como São Paulo, e tenta quantificar aí, sem usar as redes sociais, quem está?…

pessoas vem e vão, algumas deixaram marcas profundas, positivas ou negativas, e outras se manterão… e no mundo físico, aquele em que se toca nas coisas para sentir… quantas são as que estão de verdade?

era início de primavera, agraciado pela vida, sentia que havia muita pouca coisa percorrida, queria mais, cicatrizar a ferida… e seguir…

ouviu aplausos… ouviu bramidos… seus sentidos estavam percorrendo todas as áreas endocannabinóides de seu corpo… puro frisson…

apenas alguns dias, só mais alguns dias…

A Próxima Rodada.

é sobre estar feliz por estar produzindo algo que gosta?

é sobre estar triste por que foi trapaceado numa compra e acabou perdendo grana?

é sobre estar sem entender nada por que ninguém ganhou um manual de como viver a vida…?

é sobre entender o processo de morte, passar por diversas histórias dessas até acontecer aquela que a gente nunca imagina, pois a “nossa” mãe é eterna…

é sobre tomar um banho quentinho e lento debaixo de um chuveiro que lhe leva às cachoeiras vividas de águas termais…

é sobre a paisagem de concreto ganhar o horizonte imitando as montanhas, e os desenhos que os verdes fazem em tons neutros e acinzentados expõem a triste arte humana…

é sobre todos os relacionamentos amorosos que se desfazem ao longo da estrada e a gente ainda se pergunta um “por que”…

é sobre abraçar e ser abraçado…

é sobre acampar e ainda assim sentir um conforto danado naquela brisa leve e contida debaixo da lua cheia…

é sobre permitir sensações e abraçá-las, colocá-las no colo e entender como seu corpo e sua mente reagem ao externo com o seu interno…

é sobre a aleatoriedade da vida ser colocada em matemáticas enlouquecidas para tentar entender o por que de um fim que coloca toda essa magia da vida em xeque-mate…

Algumas Quartas-Feiras…

são como aqueles dias em que você acorda pensando sobre o que está fazendo aqui, e a única conclusão que chega é que nesses tipos de dias, o mar baterá com tanta força na areia que engolirá todo o concreto à frente, uma fragilidade acreditar em certos tipos de controle…

deixou a tristeza fluir por suas veias ao perceber a ignorância alheia em colocar a vida das pessoas em risco por conta da mesma história de sempre, o dinheiro… ele não entendia por que as pessoas que se diziam gente boa e honestas, não os era mesmo nas atitudes, ao invés de ficarem numa falação danada e criando poderes e problemas sobre algo que foi inventado para facilitar a troca…

cansava e não se lembrava de se sentir assim aturdido há tanto tempo… conversou com velhas amizades, deu risadas e criou momentos lindos, no entanto, olha a onda que está vindo, o tamanho daquilo tudo de água, em cima de você em uma só pancada… como vai aguentar? vai furar a onda mergulhando? vai tomar com ela no peito? seria surpreendido de novo, pela sua ingenuidade, e valeria da experiência para surfar mais um desses instantes que irão virar piada em um breve suspirar…

Despedidas…

E enquanto tudo parecia ruir ao seu lado, desmoronando um descontrole de sentimentos confusos e aleatórios… ele abaixava seu corpo e recolhia os pedaços gentilmente, passo a passo com pesadas lagrimas nos olhos…

Queria gritar bem alto, surrar o vento e correr furioso pela vida…

De forma orgânica encaixou a raiva com o não entendimento, o acolhimento da ternura, tudo flutua… ele sabia as regras e detestava jogar aquele jogo pois sempre alguém sairia machucado…

Pedalou por estradas

Ele mergulhou em mares gelados

E deixou seu corpo secar ao sol e ao vento…

Agora as lágrimas eram de alegria… vidas vão e vem… escolhemos e somos escolhas de outros…

Envelhecer é muito diferente do que as pessoas contam… e agora ele sabe distinguir os tons de azul mais suaves para pintar…

Luto!

quantas mortes são necessárias para entendermos a importância de falarmos sobre ela? quantas maneiras existem de morrer e quantas delas classificamos como “normal”? quantas dessas mortes que vemos acontecer todos os dias em todos os lugares onde há vida, quantas dessas estarão ao nosso lado?

o entendimento de que cada ser vivo irá morrer, e o escolher a maneira de viver bane essa ideia, com medo ou nojo desse tema que deveria ter mais carinho, pois de qualquer coisa que você pense, invente, tente, faça, sinta, a única certa de acontecer é a morte… democrática pois irá acontecer com todos, mesmo!

Mais e mais… <3

Mudei!

é aquela hora da mudança, sabe, vocês conhecem muito bem… acontece várias vezes na vida, além de ser algo bem físico e sentido pelo nosso corpo, e… a grande sacada é que se conseguimos perceber as sutilezas diárias desse movimento contínuo (ou pelo menos assim o entendemos), aquilo de viver numa paralela positiva rola mesmo!

Muitas risadas entre aquelas duas pessoas amigas que haviam se entregado para uma vida de mudanças completas, do exterior total, de casa e paredes, suas tintas fugindo com o tempero da natureza que castiga delicadamente cada tijolo…

que construiu nossos seres, especiais e particulares, somos seres incríveis, usinas de energia completa e funcional, que como qualquer coisa, irá durar por um tempo… aquele que não entendemos e muitas vezes desperdiçamos por não aceitarmos a mudança…

Sara levantou-se do enorme pufe em que estava agarrada junto a um novo “monstro” de sentimento que apareceu para si, e se identificou na hora! apesar de não conseguirmos definir muito bem, podemos dizer que a Mudança se parece muito com uma gata bemmm crescida!

Pequenos Poemas Visuais!