Lobos…

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Sem Amor…

_ ei vem cá, me dê sua mão!… ela falou no pé do ouvido dele… ele se levantou do sofá… _ o que foi?… _eu quero lhe mostrar uma… ela parou por um segundo de falar… e depois… _”coisa”… que eu achei… ela disse com um semblante de bochechas avermelhadas atrás de um sorriso tímido e cativante… os dois andaram até um local que lhe era diferente, lhe parecia diferente, ele não entendia como, pois tinha certeza de estar em sua casa… chegaram até uma porta… ela parou em frente segurando a mão dele firmemente, e olhou ele bem no fundo dos olhos… ele virou um pouco o pescoço ajeitando sua postura, de forma curiosa… _ então?… ele colocou o dedo indicador gentilmente em sua boca, fazendo sinal de silêncio, e depois, colocou na boca dele, tranquilizando-o… _está preparado?… ela colocou a mão na maçaneta e girou… a porta se abriu preguiçosa… e um brilho intenso saiu de dentro possuindo os dois corpos, que agora eram somente energia, flutuando pelo ambiente, amálgamas de experiências boas e ruins, conversas calorosas e um sexo mais ainda… seus umbigos se enlaçaram, seus pulsos giraram juntos, um abraço afável, penetrações desconcertantes, corpos nus e orgasmos arrebatadores…

ele abriu os olhos e ela segurava uma xícara de chá quentinha junto ao colo… estavam de frente para uma televisão antiga, daquelas de tubo ainda, e não se importavam com o filme que estava passando ali, nem mesmo sabiam se era um filme, um jornal, uma novela, ou suas próprias vidas… _ você viu?… ele tinha os olhos vidrados e de cor alaranjada… _ vi sim, só não acreditei… _ O que era aquilo? ele perguntou para confirmar… e ela respondeu _era o nosso………………..

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Um Poema de Amor e Dor…

e o carinho recebido pelas pessoas da estrada, dessa longa caminhada que se torna uma jornada recompensadora demais… reconfortante demais… e mesmo sem o seu amor… aquele que sempre quis e nunca tive, pelo visto, e demorou para eu entender que nunca o tive… ainda assim, o seu encontro valeu a pena…

como diria Hilda Hilst, do que vale o amor sem putaria, escrever sem a pornografia, sem um delito de engano, uma dor no peito, cores colocadas sem o menor jeito, eu te vi pela primeira vez em uma escada curta, curta de degraus, de tamanho, uma distância minúscula e tão…

imensa…

então vivi essa ilusão de tamanha loucura, e era a minha a de acreditar, que uma amizade poderia virar mais, ser mais, por querer mais… e as diferenças eram descomunais… nenhum Sol é tampado por nenhuma peneira, que bobagem essa a minha, de não querer ver… as músicas ainda assim eram ótimas, salvavam bons momentos, gritos desconcertantes que balançavam nossos corpos e deixavam nossas mentes em plena conexão…

as idades afastadas, as estradas desencontradas, ela procurava motivo para não gostar de mim, e eu engolia aquilo, não queria crer, ou não queria ver… e de olhos fechados para um declínio fadado de um amor acabado, jamais iniciado, como um poema fútil e tolo… olhe dentro dos meus olhos agora, e procure por esse amor, sei que você se arrepende de muitas coisas, mas não disso, não de ter tentado ao extremo, a ponto de cometer as maiores loucuras, a ponto de viver a violência no coração, a ponto de sentir a dor eterna de uma costela quebrada…

O Tigre…

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“Metalinguagem de Ideias…”

e agora, estão sentindo? quem é que lê aqui, está lendo e trocando?!… alguns anos atrás ele estava sentado em frente a uma mesa de madeira com a tela do computador em branco e o “tracinho” piscando, e ele pensando “é isso que vou fazer, que preciso fazer para não enlouquecer…”… no outro cômodo sua mãe sofria e vegetava e definhava em um corpo pútrido que só gemia como um zumbi… difíceis palavras, porém um tanto verdadeiras, tanto quanto as dores que ele havia absorvido, sequelas que se seguiriam, por viver e não ter forças para lutar, e saber do egoísmo ali presente, tão próximo e que não dava um cabo daquilo tudo… então ele foi escrever… e no começo ele pensou “o que eu vou escrever, ou melhor, sobre o que?”

milhões de ideias foram surgindo, alguns constrangimentos por achar que aquele conto seria bobo ou infantil, alguns medos das críticas, alguns receios de não saber se a escrita estaria à altura de seus sonhos… é tão bom sentir isso, anos depois, ele agora continuava a escrever e pensava sobre seus contos, desde o início, quando tudo começou daquela forma “salvadora” e que havia se tornado o seu projeto de vida, ou melhor, o propósito… aprendeu pra caramba com aquilo tudo e algo que ele amava demais, era criar… e além das histórias conseguiu dar vida a alguns personagens que o deixavam bem feliz, e em sua ideia, formatavam o conteúdo de tudo aquilo de um jeito conciso e sincero…

ainda pensava sobre contos de fantasia e contos infanto-juvenis, histórias de aventuras pitorescas como as do grumete Buk e seu amor impossível por uma bruxa-sereia conhecida como Serena, ou as da jovem adulta Sara com a manifestação física e ao mesmo tempo onírica de seus sentimentos, e tantas outras experiências líricas como poemas e letras de músicas sobre o tudo e o nada, misturando com contos curtos de personagens de jogos de RPG (algo que ele adorava muito desde que aprendeu a jogar!) em diversos tipos de situações e mundos afins… havia começado outros livros, uma história concluída e recusada por uma editora sobre o apocalipse zumbi vivido por adolescentes, um conto sobre a morte que virou uma ideia maior, quem sabe esse vira um romance, e um livro sobre suas ilustrações e como eram seus processos criativos… também há um livro de poemas e três livros publicados por si mesmo, naquele grande site varejista conhecido como Amazon… e agora havia essa publicação física por uma editora, um compilado de vários contos, uma amarração de várias ideias, e ele continuava pensando “para onde agora?!”

“Publicado!…”

Adquira o seu volume no link:

https://www.editoraviseu.com.br/contos-curtos-da-vida-la-fora-prod.html

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“A Vida de Rótulos Errôneos…”

esse curta começa assim, com aquele grupo de amigos que acabaram de se conhecer e falavam entre si contando suas histórias e as histórias de outros que não estavam presentes ali… sobre traição, ou o ato de crer que ao vincular um relacionamento em um status social conhecido como namoro, que venha embutido uma tal de fidelidade… aquela mulher comentava a cretinice do ato de um sujeito que além de trair sua atual esposa, fora casado antes mais três vezes, e que cantava e era um tanto malcriado com tantas outras mulheres por aí, e ela se perguntava por que aquela mulher não se separava desse sujeito de atitudes feias… por outro lado, havia também aquela história que pelas redes sociais, uma mulher que queria manter um relacionamento afetivo com um sujeito, ambos se diziam héteros, havia comido e iria comer tantos outros amigos que estivessem pelo seu caminho, pois ela não podia conhecer um sujeito diferente que lá estava ela arrastando-se toda, mandando mensagens escondidas com sentimentos dúbios… e isso também ocorreu entre aquele casal homossexual, em que um deles não se continha, precisava experimentar as loucuras que o sexo proporcionava, e então, traía o seu companheiro regularmente, e esse às vezes se sujeitava a participar dessas aventuras, ainda mais passivo do que já era… também existia aquele casal lésbico, onde as duas se amavam de uma forma tão intensa e linda, que dava para visualizá-las envelhecendo juntas, mesmo que isso fosse uma ideia, não sabemos ao certo, porém era o sentimento do agora que importava, e isso era o que elas nos transmitiam…

tantos relacionamentos possíveis, tantas combinações alteráveis, e a semana que passou dizem que chegamos há 8 bilhões de seres humanos pisando na Terra, e o número infinito de combinações amorosas em que podemos chegar é quase, ou talvez seja o mesmo, que a infinitude das estrelas pelo universo e dos grãos de areias juntos pelas praias, e ainda assim, por manias humanas de colocarem rótulos e regras que alguns acreditam serem a verdade absoluta, sofrem em seus corações egoístas com essa mania de concordar que os seres humanos são apenas seres monogâmicos…

e não, não o são!

aquele nosso amigo de sempre preferiria atualmente um tipo de relacionamento apenas… consigo mesmo!

“Drogas!?”

é algo que realmente não importa… dizem que quando estamos bêbados falamos mais do que deveríamos, talvez, mais verdades… dizem que quando se toma um chá de cogumelo, ou mesmo quando se alimenta de alguns tipos específicos as pessoas se conectam com o “tudo” e sentem mais… com a ayahuasca é igual, uma conexão enorme com a natureza, de sentir os elementos, os cheiros e as folhas e as raízes e estar participando de uma comunidade maior do que nosso entendimento sóbrio é capaz de nos dar… dizem que nós fabricamos as tais “drogas” dentro da cabeça, sem precisar usar nada… isso é uma afirmação científica e espantem, médica! sem usar nada, podemos ficar chapados, ou seja, conectados com algo a mais, com sentidos maiores, com vivências reais, que nos desligam do… tal… sistema… entende-se por sistema, essa coisa de pagar, de comprar pra ter status, de querer agradar ao outro mais que a si mesmo, de se desconectar da natureza… ele não curtia assim as bebidas alcoólicas, e as tais “drogas” sintéticas, as ditas “normais” da sociedade, sabe, paracetamol, diazepam, depakote, vendidas em farmácias com a desculpa que ajudam você a viver melhor dentro do sistema, a ter mais foco no trabalho e no estudo… com tantos efeitos colaterais que era melhor nem ter começado a tomar, por que para piorar, elas viciam… e te tornam totalmente desconectado de si mesmo e óbvio, da própria natureza envolta… e a Santa Planta, sim, uma planta, está ai há tanto tempo quanto qualquer outra planta, árvores, flores, raízes, comestíveis ou alucinógenas, plantas da natureza, essa que as pessoas do sistema concretam por cima e acham que isso é o “normal”… tá com dor de cabeça meu filho, toma um dorflex que passa… tá com dor no estômago amiga, toma um omeprazol que passa… e a senhora de quase 100 anos vivendo nos cafundós de um brejo qualquer com uma força descomunal que ninguém entende, e o tal sistema coloca a manchete nas mídias falando que a longevidade dela é incrível e adivinhem… ela fuma maconha, conhecida como liamba, e ela toma chá de boldo e alecrim, e cultiva seus próprios frutos, de maçã à laranja, e come hortaliças verdes e cheirosas nos fundos no quintal de casa… tomem essa!

E o Viver?!…

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“Um Conto Noturno!”

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O que será que elx tava falando?!…
“Tô prestando atenção!”
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