“I Queen!”

Leia e Sinta! ❤️

“Eu Estou Te Lendo…”

é isso que estou sentindo, é no corpo e na alma, são as “seilátilhões” de borboletas esvoaçando meu estômago inteirinho, uma alegria incontida, um reconhecimento puro correndo pelo sangue, em seus braços, sua extensão, eram as palavras e quando percebeu, o sorriso veio simples, direto, os músculos mostraram os dentes e suas formas… ocorre aquele mistura habitual de sua escrita, onde narrador e personagem são uma só imagem…

na escrita suas tintas espalhavam em formas abstratas que necessariamente formavam o que seus leitores queriam ler, ouvir, saber, talvez até mesmo, com uma leve arrogância, saber seus sentimentos… “leiam as entrelinhas, e as entre palavras, as entre letras e as simbologias das pontuações…” soltou um trago com tanta intensidade e amor… o coração bateu forte e o corpo arrepiou respondendo ao convite de viver o seu momento no agora… sentia-se conectado, podia perceber a textura da tinta, sua concentração e brilho, seu grude e sua fluidez… na escrita usa mãos, dedos, corpo, a pele inteira é um só sentido, uma só formação de prazer, rolava na tela, colorindo tudo com seus testículos e coração…

agora entendia aquele convite que uma vez recebera de uma pessoa amiga… “venha soltar esse artista de dentro de você, tente não controlar o seu traço, as suas formas… ou mesmo o que vai pintar… só pinte, sinta, deixe seu corpo fluir seus sentimentos no quadro inteiro!”… era um limite real imposto pela biologia, física, química, e até matemática… ela negava sua idade, suas formas musculares, seus ossos… um tamanho de aprendizado gigante sobre si mesmo, quem importa para si, próprio! esse encontro jamais ocorreu de forma sexual, apaixonada ou singela, selvagem seria, pois os dois eram extremos carnais… ela sabia disso… ele sabia disso… eles flertavam com o tempo, platônico; e genuíno…

Sinceridade Latente!

era uma primeira vez na vida que podia sentir essa sensação real, quase tocável com as mãos, vivida pela pele… lembrem-se, o narrador é o personagem, e eu costumo contar a história desse nosso amigo viajante, tanto de estradas quanto de vida, tanto de aprendizado quanto em sua própria cabeça e percepções… ele estava sentado em uma mesa com tampo de ardósia o que fazia-o voltar à infância pelas memórias de seu antigo lar… na uma música, o que lhe importava a respeito do sentido da audição, eram os sons, os tons, os ritmos, não muito a letra, o que falava ou fazia, e sim como aquela palavra soava dançando em seus tímpanos e levando ele a viagens criativas… estava de volta, “demorei uma ‘fucking‘ semana…” ele pensou enquanto tragava aquele baseado matinal…

“quais são as verdades concretas que cada um de nós escolhemos seguir, pensando humildemente em caminhar em predileções que irão fazer o bem, para si, para sua comunidade… e pensar, também com consciência, no julgar, se é importante ou não, se vai acontecer, e como e quando irá… e na hora que isso cria vida, se torna fato e está diante de seus olhos…” ele olhava para a folha de papel em branco… “quanta coisa pode ser vivida, em um planeta tão grande que nossa impureza nos permite experienciar essa troca apenas como “consumidores” de tudo…” sentiu falta dessa conexão, consigo, com outros e com o todo, planetas e universos…

aqui iremos trazer a duvidazinha básica do dia… “estaria esse nosso querido amigo, vivendo tanto a sua verdade, tanto a sua conexão, que esse passear pelas calçadas discordantes de todas as vidas, todas as sensações, todas as escolhas e todas as emoções, mixadas em um liquidificador tão grande que ninguém consegue enxergar… a pergunta se perdeu, e como energia, aspas não serão fechadas… e ele pensou sobre empatia, e o fato das formigas terem uma perspectiva tão diferente no lance de viver uma vida, que elas às vezes não sabe o que somos, quem somos, o que estamos fazendo… “somos as montanhas em tempos diferentes, e poderíamos aprender muito com isso, com esse outro … tempo…”

A Flor e seus Fantasmas!

Leia e Sinta! ❤️

“Você Também Sente-se Mais Criativa Quando está se apaixonando?”

“eu pirei… e pirei de novo!”… era o que ele pensava enquanto estava sentado em uma dessas cadeiras coloridas de praia… usava uma bermuda, também colorida, e apertava aquele baseado que iria, em tese, ajudar a controlar a quantidade de sentimentos, outros diriam de emoções, e para ele era tudo a mesma coisa, o grande lance aqui é que, tudo o que eram os clichês da vida, que você só se apaixona uma ou duas vezes na vida, e isso quando é jovem e cheio de vida… velhos são vazios de vida? enquanto envelhecia tentava compreender o significado de uma expressão que era mais vazia do que a própria questão em si…

“se vive a sua verdade, e está fazendo o bem para si e para outras pessoas, então, está tudo bem…”… continuou ele pensando sobre essa sensação mágica que cobre o corpo, toma a gente de sensações engraçadas, principalmente dentro da barriga… lembrou-se de uma vez em que leu em algum artigo qualquer que o que chamamos de “borboletas na barriga” é a falta, ou talvez o excesso de sangue correndo, por que outra parte do corpo está solicitando esse “sangue”, essa fúria quase indomável de um jovem filhote, que quer encravar seus dentes em uma presa… e questionou a selvageria de seu pensamento… “os animais que vivem em nós…”, ele olhando para cima tentava imaginar o que isso consistia…

uma vez uma amiga lhe disse que não apaixonava-se mais, que não tinha essa coisa da entrega louca a não ser por si mesma… e ele pensando sobre o que sentia, não compreendia, pois para ele funcionava ao contrário, e mesmo que não desse em nada, que nenhum relacionamento se formasse, ele viveria aquele sentimento aflorado em seu ser, ainda mais depois de tanto tempo sem senti-lo, sabendo que é uma delícia esses “apuros do dia a dia”… “foi assim que aprendi uma certa vez em uma cachoeira com aquela pessoa especial”… seus pensamentos voavam longe…

só se vive uma vez, não se sabe o que é, nem pra onde foi, ou para onde vai, ninguém voltou para explicar… pensou sobre a morte da mãe… um “seilátilhão” de coisas e trens e informações, tudo misturado e ao mesmo tempo numa velocidade de processamento que o corpo exala reações, desde os cheiros e sabores, até os arrepios internos e externos… essa sensação orgásmica de prazer intenso, essa entrega para o sentir e gostar, essa sabedoria que você se contêm, alguns se contêm… ele não… o carro acelerava na estrada, de uma maneira suave e controlada, curvas são feitas, trechos serão mais difíceis, subidas e descidas… um carrossel de impressões em que células, sangue e imaginação só alcançam criando…

“Livre para Viajar…”

“Está dentro da cabeça, debaixo de um chapéu, qualquer um, a viagem está livre ali…”

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