É se desnudar por inteiro mesmo, tirar não só a roupa, mas a pele, a casca, as células. Levar ao extremo da intimidade com todas as limitações e os entendimentos para superarem juntos as mesmas. É se permitir para a prática, desmascarar as teorias, comprová-las mil vezes sim, e daí, se é bom por que não repetir…
Nos dar mais chances, mais possibilidades de outras ideias, sem essa bobagem de “melhor” ou “pior”, “bom” ou “mau”. O que é para um pode ser para outro, mas não necessariamente, por que nas probabilidades infinitas de escolhas que temos, tudo pode ser bom para todos!
Permita-se amar quantas vezes achar que é real, sentir e sim, sofrer dor física por isso, por que dói no peito, no músculo, no coração. Porém quando é sincero, verdadeiro, é só alegria, a dor é uma danação de emoções, intenso e profundo, como uma droga, você vicia, e esse talvez seja um dos poucos vícios bons… amar!