“Um Conto Sobre Conexão…”

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Bora Legalizá!

tem gente que bonga pra “viajá”… tem gente que fuma pra se “acalmá”… tem gente que prefere usá-la pra se “alimentá”… e tem gente que se alimenta dela pra se medicá… o fim é o mesmo pra quem escolhe “usá”… a Santa Planta conhecida popularmente como Maconha é remédio bom de se “utilizá”!

essa curtinha não é apologia, nem recomendação, tem gente que usa tomando um “chá”, outras pessoas inventaram de “vaporizá”… e no fim das contas o efeito é sempre o mesmo, alguém solta a pergunta, “o que vamos ‘laricá’?”… e depois de “fumá um”, tem pessoas na rede, outras no mar, tem gente brincando de qualquer coisa, e todos usaram foi pra “relaxá”…

Tudo Ainda é um “Trem” só!

igual há tantas galáxias com sóis rodando pelos céus de um universo colorido… tudo fora da gente… dentro, outro tipo de universo, outras formas… já se olharam dentro, as linhas desenhadas e representadas com cores brilhantes como se fôssemos feitos de “máquinas”… as perguntas que parecem afirmações, e as escritas sem uma obrigação… e tem gente que lê com segundas intenções, será? é necessário afirmar que o personagem é um personagem… como Sara, lembram-se dela… nesse exato momento nossa querida amiga sente um medo danado, tão grande… porém é diferente de outros medos que já havia sentido… apesar da disformidade, e até pode-se dizer da feiura em um aspecto abstrato, o Medo que surgiu para Sara mostrava-se amistoso, e até alegre… Curiosidade apareceu pulando como sempre, e agora que tinha aprendido a miar e chamar a atenção, perguntou para Alegria, por que ele estava se sentindo tão diferente, ou que formas e cores eram aquelas?!…

os sentimentos se associam e essa mistureba indiscreta faz o Medo e a Curiosidade serem quase uma coisa só, tão tênue que é impossível saber, se o que está movimentando agora são as energias do universo para ele e para ela, se são seus medos de saberes, pelas experiências vividas e as cascas que cicatrizam as feridas… ou a curiosidade também pelo saber, que aquela troca teria muita riqueza mesmo, tanto de conhecimento quanto de possibilidades, sabe, quando existe aquele momento em que olha pra frente e a opção está tão sólida e latente que conseguimos tocar, sentir com o tato mesmo… eles trocaram carinho, a Curiosidade era maior que o Medo, Sara fechou os olhos e esperou o toque do beijo, e ele e ela se entrelaçaram em universos, corpos e almas…

“Reli a Carta um Seilatilhão de Vezes…”

“e se você está dormindo, para quem é que eu estou escrevendo…” o nosso amigo de sempre dessa vez não delirava pelo vento todo aleatório… era um daqueles dias em que a sensação temporal supera a noção que temos do que é… tempo… parecia um futuro já visto, ou sentido de alguma outra forma que ele não conseguia expressar… ouvir The Cure também alienava as linhas, afinal, já teria vivido aquilo… sentido…

com certeza não eram os mesmos cheiros, sabores, ritmos, respiração… era forte a respiração dela… vocês já ficaram cara a cara com as Lobas? bem… por um lado, se tem alguma estima pela sua própria vida, imagina que ser cercado por elas não é algo lá fácil de lidar, são bichos enormes, fortes, com histórias tão ricas e pulsantes, que algumas se apresentam ferozes, firmes, outras tem olhos vermelhos e irradiam fogo com tanta energia, e todas, sem exceção, têm caninos com sede de sangue…

“…agora…”, ele pensou sentado em seu banquinho velho de madeira…”ela está me dando um baile… eu só posso querer acompanhar, e atirar para todos os lados, sem armas, só com harmonia e paz… um relacionamento conversado, desejoso… seria como? e é nessa curiosidade que ocorre o despertar… às vezes, mudando completamente a sua vida, por que sim, está aí para isso… “eu pensei um “seilátilhão” de vezes em te ligar e te falar sobre quem sou e para onde vou… ou quero ir… e agora… ” ele soltou o trago… conectou!

“coloque suas mãos para cima e sinta as estrelas… o caminho é longo né?” ela esticava o corpo até a ponta dos pés mostrando para ele como fazer, o que fazer, às vezes, era bom, seguir, ao invés de “ter” de saber o tempo todo… que pergunta inquietante… já repararam na musculatura de uma Loba? na energia concentrada com uma razão e clareza corporal em que não há limites para medir tamanha compreensão… eles conversaram sobre tantas coisas, sobre tudo, se ouviram e se falaram, e se beijaram, sentiram um tesão lindo um pelo outro, uma mistura de peles e ossos e toques e fluidos… o orgasmo é sentido na pele!

“vocês conseguem ouvir esse som?” ele estava hipnotizado, todos os sentidos aguçados o suficiente para a sobrevivência na mata… as árvores se comunicam, elas se defendem… tem outro tempo, outro ritmo, quase não percebemos, como falam entre si, suas raízes rasgando o planeta por baixo de entranhas digitais, conectadas por saberes milenares, atemporais no nosso ínfimo entendimento, o que viemos fazer por aqui… “você quer ir viajar comigo?” ” sorrisos trocados, sinceros, apoiados… “quero!”… bem, o resto vocês devem estar imaginando agora… aqui começa, uma nova história… 😉

A Flor e seus Fantasmas!

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“Você Também Sente-se Mais Criativa Quando está se apaixonando?”

“eu pirei… e pirei de novo!”… era o que ele pensava enquanto estava sentado em uma dessas cadeiras coloridas de praia… usava uma bermuda, também colorida, e apertava aquele baseado que iria, em tese, ajudar a controlar a quantidade de sentimentos, outros diriam de emoções, e para ele era tudo a mesma coisa, o grande lance aqui é que, tudo o que eram os clichês da vida, que você só se apaixona uma ou duas vezes na vida, e isso quando é jovem e cheio de vida… velhos são vazios de vida? enquanto envelhecia tentava compreender o significado de uma expressão que era mais vazia do que a própria questão em si…

“se vive a sua verdade, e está fazendo o bem para si e para outras pessoas, então, está tudo bem…”… continuou ele pensando sobre essa sensação mágica que cobre o corpo, toma a gente de sensações engraçadas, principalmente dentro da barriga… lembrou-se de uma vez em que leu em algum artigo qualquer que o que chamamos de “borboletas na barriga” é a falta, ou talvez o excesso de sangue correndo, por que outra parte do corpo está solicitando esse “sangue”, essa fúria quase indomável de um jovem filhote, que quer encravar seus dentes em uma presa… e questionou a selvageria de seu pensamento… “os animais que vivem em nós…”, ele olhando para cima tentava imaginar o que isso consistia…

uma vez uma amiga lhe disse que não apaixonava-se mais, que não tinha essa coisa da entrega louca a não ser por si mesma… e ele pensando sobre o que sentia, não compreendia, pois para ele funcionava ao contrário, e mesmo que não desse em nada, que nenhum relacionamento se formasse, ele viveria aquele sentimento aflorado em seu ser, ainda mais depois de tanto tempo sem senti-lo, sabendo que é uma delícia esses “apuros do dia a dia”… “foi assim que aprendi uma certa vez em uma cachoeira com aquela pessoa especial”… seus pensamentos voavam longe…

só se vive uma vez, não se sabe o que é, nem pra onde foi, ou para onde vai, ninguém voltou para explicar… pensou sobre a morte da mãe… um “seilátilhão” de coisas e trens e informações, tudo misturado e ao mesmo tempo numa velocidade de processamento que o corpo exala reações, desde os cheiros e sabores, até os arrepios internos e externos… essa sensação orgásmica de prazer intenso, essa entrega para o sentir e gostar, essa sabedoria que você se contêm, alguns se contêm… ele não… o carro acelerava na estrada, de uma maneira suave e controlada, curvas são feitas, trechos serão mais difíceis, subidas e descidas… um carrossel de impressões em que células, sangue e imaginação só alcançam criando…

“Livre para Viajar…”

“Está dentro da cabeça, debaixo de um chapéu, qualquer um, a viagem está livre ali…”

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